Cálices de privilégio e copos de plástico: quando o macro ignora o ralo da execução

O Estado brasileiro pode ser perfeitamente compreendido através da metáfora da “hidráulica social”. Imagine o erário, o recurso público oriundo dos pesados tributos pagos pela sociedade, como uma imensa caixa d’água. Desse reservatório central, partem as tubulações estruturais que representam as diretrizes governamentais, culminando nas torneiras

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