ENTENDA NOSSA PAUTA

Você sabia que tem o poder de ajudar a combater a corrupção e garantir que o dinheiro público seja bem usado? A Campanha Conselheiro Cidadão foi criada para isso: colocar a escolha dos auditores do Tribunal de Contas nas mãos da sociedade.

 

O QUE DIZ NOSSA CONSTITUIÇÃO

Requisitos para um cidadão comum candidatar-se a essas vagas, conforme disposto no art. 73 da Constituição Federal, com vistas a conferir maior transparência e participação cidadã. Aqui no Estado do RS, essa tarefa coube ao Sindicato dos Auditores de Controle Externo do TCE/RS (o CEAPE-Sindicato).

Nossa Proposta

Transparência e eficácia do controle público

contas 1

Quem cuida do seu dinheiro?

manager

Campanha Conselheiro Cidadão

clique

Sua participação é fundamental

Quem pode ser Conselheiro Cidadão

PROCEDIMENTO DE ESCOLHA PELO QUAL LUTAMOS

A Campanha propõe o lançamento de um chamamento público, mediante a publicação de Edital, oportunizando a todo cidadão brasileiro, obedecidos os requisitos constitucionais, o oferecimento de seu nome para o preenchimento da vaga de Conselheiro na Corte de Contas Gaúcha.

Quais os requisitos constitucionais exigidos para ser conselheiro?

Nos termos da Constituição Federal, art 73, § 1º:

Requisito

Entre 35 e 70 anos de idade

Requisito

Idoneidade moral e reputação ilibada

Requisito

Notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos, financeiros ou de administração pública

Requisito

Mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva profissão que exija os conhecimentos mencionados

Nosso Objetivo

Oportunidade real de escolha

Importância da escolha democrática para o cargo

A vaga é de todos os cidadãos que sigam os requisitos

Uma resposta à crise de moralidade pública

Exerça seu papel Fortalecimento da fiscalização e da gestão pública

Objetiva-se com essa campanha chamar a sociedade para participar do processo de escolha do Conselheiros dos Tribunais de Contas, indicando nomes de brasileiros que atendem aos requisitos constitucionais para se habilitarem a essas vagas, conforme disposto no art. 73 da Constituição Federal, com vistas a conferir maior transparência e participação cidadã. Aqui no Estado do RS, essa tarefa coube ao Sindicato dos Auditores de Controle Externo do TCE/RS (o CEAPE-Sindicato).

TODO CIDADÃO BRASILEIRO QUE ATENDA AOS REQUISITOS DO ART. 73 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL PODE SE HABILITAR A DISPUTAR A VAGA DO CARGO DE CONSELHEIRO!
Os parlamentares e governadores, via de regra, têm entendido que a escolha deve recair sobre a classe política, de regra, composta por ex-deputados. Essa é uma leitura equivocada da Constituição Federal, pois privilegia apenas uma classe e os partidos políticos, em detrimento do conjunto da cidadania, o que tem se revelado fonte de problemas Brasil afora – não são incomuns as renúncias e afastamentos de conselheiros de Tribunais de Contas por denúncia de sérias irregularidades.

Estamos diante de um momento de transição econômica mundial, com predominância de interesses financeiros acima daqueles ligados ao desenvolvimento sustentável da nação. Nessas fases, dada a elevada concentração de renda e poder financeiros, aflora uma crise de moralidade pública ligada a atos de corrupção. Nesse contexto, é imperativo cuidar das contas públicas com zelo, atenção e qualificação técnica, objetivando o combate à corrupção e à má gestão pública. Para isso, é imprescindível fortalecer o controle externo e social.

O preenchimento da vaga de Conselheiro precisa considerar os melhores nomes da sociedade para que seja aprimorada a eficácia do controle externo.
Para conferir espírito republicano à escolha do cargo de Conselheiro do TCE-RS, conclama-se a sociedade gaúcha a participar ativamente do processo, indicando os melhores nomes.

Seu papel na mudança
Acreditamos que a escolha deve considerar os melhores 2 nomes da sociedade.

Profissionais com conhecimento técnico, experiência e, acima de tudo, reputação ilibada.

Os Tribunais de Contas do Brasil, atualmente em número de 33 (trinta e três), são os responsáveis pela função de controle externo sobre a administração pública, em conjunto com os Poderes Legislativos dos três níveis de governo (Federal, Estadual e Municipal). Os Legislativos tratam do aspecto político e os Tribunais de Contas, da avaliação técnica das contas públicas.

O Tribunal de Contas do Estado do RS, constituídos por sete Conselheiros e sete substitutos, têm na sua composição titular 5 (cinco) membros escolhidos pela Assembleia Legislativa do RS, sendo um de livre escolha do Governador do Estado e os outros 4 (quatro) indicados pela Assembleia

Os outros 2 (dois) cargos são preenchidos por servidores oriundos de categorias submetidas a rigoroso concurso público. São eles: os membros do Ministério Público de Contas e os Auditores Substitutos de Conselheiros. Historicamente, essas vagas têm sido ocupadas por políticos, o que nem sempre garante a qualificação técnica necessária para a fiscalização. Mas a Constituição Federal diz algo diferente: qualquer cidadão que atenda aos requisitos pode se candidatar

wcu icon 1 1

33Tribunais de Contas

wcu icon 1 1

7Conselheiros

wcu icon 1 1

2 Conselheiro cidadão Conselheiros

Papel na Sociedade

Qualquer cidadão que atenda aos requisitos pode se candidatar

O Conselheiro do Tribunal de Contas desempenha importante papel na Sociedade. Como mencionado, os Conselheiros julgam as contas dos administradores públicos e emitem pareceres sobre as contas do Governador e Prefeitos.

Trata-se de uma causa cidadã, de interesse geral.

Fique atento!

Junte-se a nós!

  • Cinco dos sete conselheiros titulares são escolhidos pela Assembleia Legislativa
  • A atuação desses conselheiros impacta diretamente a qualidade da gestão pública e a transparência
  • É um convite claro à ação, a nossa campanha é a forma de a sociedade engajar e garantir que 2 das vagas sejam ocupadas por profissionais qualificados.
  • A diferença entre a função política do Legislativo e a avaliação técnica dos Tribunais e sua relevância no combate à corrupção e na fiscalização das políticas públicas.